Sentado as margens da louca imaginação
Vislumbre-me na neblina, na densa neblina...
Vislumbre-me na neblina, na densa neblina...
Lá vou, ao longe, cavaleiro errante
Envolto na gelada nuvem de pensamentos
Caminhando perdido... por não haver o que se procura
Envolto na gelada nuvem de pensamentos
Caminhando perdido... por não haver o que se procura
Resta-me a consolação
Açoito-me no vazio de possibilidades sem apogeu
Martírios deslizantes, recomeços improváveis.
O vento geme em murmúrios que fogem de mim
Caminho pra longe, em busca da verdade
Açoito-me no vazio de possibilidades sem apogeu
Martírios deslizantes, recomeços improváveis.
O vento geme em murmúrios que fogem de mim
Caminho pra longe, em busca da verdade
Destemida e desmedida verdade
No limite dos tempos, dos rios de águas claras
No limite dos tempos, dos rios de águas claras
Nos pensamentos um turbilhão, dos pássaros em revoada
Onde os sonhos descansam envoltos de liberdade.
Onde os sonhos descansam envoltos de liberdade.
Na liberdade de se construir algo novo, de novo
Além dos limites já definidos
Para muito além destes muros...
